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IoT, tendências de computação e o impacto esperado: manter-se atualizado com o poder e o alcance da cloud.

​Internet of Thing (IoT) refere-se a dispositivos conectados que comunicam com outros dispositivos conectados através de sensores integrados e redes sem fios. A IDC estima que haverá 41.6 biliões de dispositivos IoT conectados. Além disso, a McKinsey projeta que a IoT pode ser o maior impulsionador do impacto económico até 2025.

No entanto, conforme os dispositivos conectados multiplicam-se, o poder de processamento atual e a latência da infraestrutura em nuvem podem não ser capazes de fornecer os tempos de resposta necessários para algumas aplicações. Para monitorizar, analisar e otimizar as aplicações IoT conectados, as empresas precisarão de potência de computação, conhecido como edge computing.

Edge computing tem a capacidade de melhorar os tempos de resposta e economizar a largura de banda em aplicações onde o processamento de dados em tempo real é necessário.

Valor comercial de implementar o IoT e soluções de edge computing

O impacto do IoT e da edge computing irá variar dependendo do setor de trabalho e dos casos de uso envolvidos.

Contudo, a pesquisa do Índice de Negócios IoT 2020 da Economist Intelligence Unit com 850 grandes e médias empresas relatou que 57% das empresas notaram maior retorno face aos investimentos em IoT. Essas empresas observaram que os ganhos na produtividade dos funcionários e na capacidade de oferecer novos serviços e produtos são as suas maiores vitórias.

Tendências de IoT e edge computing

O crescimento da inteligência artificial, redes 5G e IoT estão a permitir alguns casos de estudo para a Indústria 4.0.

No entanto, IoT e edgecomputing também apresentam um crescimento significativo do risco de segurança cibernética. Como esses dispositivos fornecem não só pontos de ataque baseados em IP adicionais, mas também podem ser localizados remotamente, o que introduz pontos de entrada físicos. A empresas com IoT e edge computing devem ter uma estratégia de segurança cibernética e implementar as proteções de segurança necessárias.

A IoT pode ajudar as empresas a gerir alguns dos riscos do COVID-19. De acordo com a McKinsey, algumas empresas já começaram a usar IoT em ambientes industrias para impor o distanciamento físico para funcionários utilizando sensores de localização, melhorando o controlo de qualidade e o desperdício de outputs, através do tracking remoto de materiais e inventário, e otimização dinâmica de preços por meio de tracking de stock em tempo real, entre outros.

Até 2028, haverá um constante aumento na incorporação de sensores, armazenamento, computação e recursos avançados de AI. No entanto, esses dispositivos vão desde sensores simples até telemóveis e veículos autónomos, com vida útil de um a quarenta anos.